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Quarta-feira, Janeiro 30, 2008
01:04
essa insônia já era prevista. queria dormir cedo, mas não dá. fui me deitar assistindo o episódio piloto de "Sarah Connor Chronicles". não bateu sono. até porque com aquela quantidade de tiros não dá pra cansar. enquanto tentava adormecer, evitei pensar na gravação do clipe de amanhã e uma musiquinha ficou martelando na cabeça. ainda bem que não foi a do Cascadura, já que a escutarei bastante na edição "on fire" que rolará depois do carnaval. era uma das músicas do álbum de Regina Spektor, que Papá baixou e eu passei pra cá há um tempo.

o engraçado é que as músicas dela passam uma sensação boa pra caralho. e o melhor é que a sensação da música está muito ligada a Papá. me dá vontade de escrever sobre ela, sobre a gente. e talvez, para a felicidade dela, eu esteja começando a cair na real sobre SP. venho evitando pensar no assunto, até de forma natural, porque talvez eu seja assim. mas hoje quando tava mexendo no portfolio dela e nuns sites, me peguei ficando extremamente movido com a música e o pensamento de que em algum momento estaremos bem longe, e por um longo tempo. na hora acabei não escrevendo nada, a cabeça tava meio a mil por conta de novidades de trabalho no carnaval e também com problemas acerca da gravação de amanhã. mas aquela sensação ficou.

no entanto a insônia me levou até aqui. acho que a mistura da insônia com a forma como nos despedimos hoje. foi uma das vezes de dar boa noite secamente. acontece. e acabei ficando mal depois. sendo que o depois é agora.

podia divagar sobre muita coisa mas a vontade foi só de dizer o quanto amo Paloma e o quando fico feliz em ver que depois de quase três anos, ainda existe algo tão forte. como a sensação de voltar pra casa com o corpo quente e eufórico com a nossa primeira saída, lá pro Tijuana e pra casa dela... e era algo que não sentia há muito tempo. fiquei no playground do prédio, fumava um cigarro, sim, desculpas, mas se fumava era porque era um momento de vitória da vida sobre mim... e tinha adorado ser derrotado. era hora de começar um novo e longo campeonato.

a gente fala com o outro que não sabe como será o futuro e acho bobagem nos prometermos para a eternidade porque não é assim que funciona. mas o que a gente sente agora, o que vamos sentir quando estivermos longe, será pra vida toda. como será pra vida toda, pelo menos pra mim, um pequeno momento em Villas, quando estávamos juntos, num momento pós-praia, em casa. eu escutava essas músicas da Spektor pela primeira vez. eu com um dos fones e ela com outro. e ficamos ali durante três músicas, deitados na cama de casal, cheirando a banho, apenas tocando as mãos... e provavelmente lembrarei dela sempre que escutar esse disco. e será mais uma dentre várias outras lembranças que nos manterá juntos... fisicamente ou não.

esse leve marejar nos olhos me deixa triste.. e feliz ao mesmo tempo. porque confirma muita coisa.


lindinha. :) . voce sabe que escrevi pra você, né? hehehe... te amo!



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Quarta-feira, Janeiro 23, 2008
12:36
eu abri aqui pra escrever um post há quase uma hora e não faço idéia do que ia redigir... pois liguei pra Papá, entrei em fotologs e entrei numa reunião online aqui prum trabalho pra uma banda de rock local. é isso. _[ ]_

Terça-feira, Janeiro 08, 2008
10:31
MÃE
Seu pai comentou comigo que no Google o sobrenome Gaiarsa sai mais com seu irmão do que com seu tio avô [um psicólogo bem famoso no Brasil].

EU
Outro dia fiz isso e deu mais meu tio. Depois acho que o meu nome começa a aparecer.

MÃE
(meio com cara de culpa)
É, eu vi... achei seu blog também. Por que você faz isso, meu filho? É que nem aquele Diário de Bordo, fica expondo sua vida assim...

EU
(já pensando se escrevera muita besteira nos últimos 2 meses)
Não mãe, nem se compara com o Diário de Bordo. Mal escrevo por lá.

MÃE
Escreve sim. Li que você ainda não começou o trabalho da pós-graduação. Meu filho, tou preocupada.

EU
Se preocupe não que eu sei o que preciso escrever. Em breve começo.

MÃE
Tá bom. Tou indo dormir.



Como diria Bugu, "olá mamãe". Lembro na época do Diário de Bordo quando recebia mensagem de meu pai (corrigindo frases como "a muito tempo não escrevo", onde deveria usar o verbo haver.. e funcionou, sempre vejo outros errando o mesmo); e uma específica de um irmão dele, tio meu de São Paulo, falando sobre namoros, sexo, ou algo que escrevi na época. Foi meio constrangedor... mas pura bobagem de achar que essas coisas tem que ficar longe de familiares.

Bom, já me arrependi de ter pego esse freelancer que começou com o virote segunda-feira. Eu realmente achei que eles tinham melhorado, mas continuam as mesmas pessoas confusas, irresponsáveis, bagunçadas e... enfim. Pelo menos têm bom gosto visual e é por isso que continuam firmes e fortes com esse evento. Mas que eu nunca mais trabalharei com eles, agora é fato 100% concreto.

SONHO
Acho que por causa dessa conversa ontem à noite com minha mãe, acabei sonhando que no supermercado que ela e minha irmã fizeram na mesma noite, veio uma caixa de Corn Flakes que tinha uma frase de meu pai na lateral - falando algo que não me lembro... tinha a ver com tecnologia, só não sei se relacionada ao produto em si. Na frente da caixa tinha um título, quase uma manchete de matéria especial de uma revista qualquer, de um assunto que estava sendo tratado pelos Gaiarsas. Comentei com minha mãe toda empolgada, que respondeu sem muito alarde, "por isso que eu comprei, ora, estava procurando pelos preços quando vi". Comi um punhado de sucrilho depois.

(observação: acho que uma teoria minha com meus sonhos foi derrubada já há algum tempo... que nos sonhos não havia energia elétrica. mas há sim. spó tenho que me lembrar de tentar apagar de vezx em quando, dizem que é um bo momento pra pular pra coisa do sonho lúcido)

Continuando, teve mais dois capítulos, mas que lembro pouco: um com uma mulher que trabalhou numa sala ao lado da que eu trabalhava, há muito e muito tempo atrás. Na época que eu era webdesigner, pra se ter uma idéia. Era uma secretária, ou algo do tipo, mas a gente vez ou outra fumava um cigarro no hall e ela reclamava do chefe e da vida comigo. Como sempre, era um bom ouvinte. Talvez por estar nesse processo de tentar parar ou não, o subconsciente tenha jogado ela na história. Ela estava hospedada aqui em casa. E tinha uma espécie de diário secreto... um baú... não lembro de muito mais coisa. Outro momento foi...bom, acho que era uma prisão. Passou um carro com alguém que algum colega nessa prisão (ou um lugar de onde nem todos podiam sair) conhecia... ou era apaixonado. Como eu podia ir até lá, o cara me deu uma rosa e um papel dobrado com alguma mensagem. Prendi na perna e fui até lá. Lembro que entreguei.

Hmmm, houve uma outra parte, meio continuação dessa última. Quando fomos no Café Teatro do Portela, locação que estamos cogitando paera a gravação do DVD de uma grande banda de rock daqui de Salvador. Como tive uma reunião sobre isso ontem. "voi la". É um lugar que não foi inaugurado e no sonho era bem tosco. Bem cara de grande bar de praia, galpão de madeira, lugar que provavelmente tocaria uma seresta, de boa. Estávamos eu, Cacá, Papá;;; acho que a amiga Argentina que está querendo vir em Janeiro... ah, e teve algo com cinema também - e tenho a impressão que é um mesmo cinema recorrente em outros sonhos, aquele da escadaria, que mais parece um observatório. Teve algo com ruas escuras e....

é, acho que esgotei essa noite.

Foda. Como venho dizendo há alguns anos, tive sonhos sensacionais que acabei não registrando pela falta de costume. Uma pena. E a semana continua... já falei que terei um mês em São Paulo com Papá? E que ela fez um blog? _[ ]_


Segunda-feira, Janeiro 07, 2008
03:30
dois anos depois e ca estou eu mais uma vez madrugando editando o DVD super producao da reuniao anual da ODB. em vez de estar num quarto luxuoso em sauipe estou num sitio em laur de freitas, com muita morisoca, pouco ar condicionado e uns pedacos de chocolate. pelo menos tou de boa. nunca mais tinha trabalhad de madrugada. deixa eu ir, terminou de capturar imagens do publico sonolento.

eh iso ai _[ ]_