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Sábado, Maio 30, 2009
07:42
com muito sono. prestes a sair de casa para ir até a casa de Jero, onde gravaremos mais um clipe para a Matiz. Dedé vem em instantes me buscar. tenho sono. ontem gravei com o Dimenti, um pré-ensaio, passagem de cenas em sua forma bruta para o novo espetáculo do grupo. jantei na casa de Luna. visitei Zeba em seu aniversário no Tijuana. dia cheio. e agora tou esperando. com sono. clipe. hoje e amanhã. preciso de exercícios, músculos doem, estão travados. True Blood rules. terminarei de me arrumar. e a música do clipe de hoje é bem mais rápida do que esperava. mas como sempre, tudo dará certo e vai ficar do caralho. _[ ]_

Sexta-feira, Maio 29, 2009
11:29
Sam Cooke. Ouvi um cd inteiro dele ontem, uma coletânea que devo ter comprado em São Paulo em 1999. Foi um pouco de volta no tempo. Lembro que escutava ele repetidamente quando morava sozinho aqui e vez ou outra tomava um vinho comigo mesmo, no computador, escutando-o.

Assisti Che, aproveitando que estava no centro da cidade depois de uma reunião sobre o lançamento do dvd do Cascadura. Curti. Soderbergh é foda. Terminei há uns dias a sétima temporada de 24. É uma série ridícula deliciosa, na moral. É clichê, moralmente perversa, mas é um bom passatempo pra ir dormir. Estou agora experimentando True Blood. Gosto do que tenho visto. Anna Paquim cresceu, hein?

FInal de semana com gravação de dois videoclipes. Sendo que lancei nessa semana o improvisado "Se o Sol Sair", da Formidável Família Musical, que agradou a banda e aos amigos. O vídeo-dança Mulheres de Magritte também foi finalizado e está sendo exibido nesse momento em Porto Alegre. E penso agora como a atualização disso está pobre. Não falei nada da experiência de trabalhar no curta de Theuba e Gabinha. Não é por falta de empolgação. Eu simplesmente não consigo vir aqui sempre e simplesmente escrever. Na real sou ativado por outras coisas e não por minha vida. Hoje foi ao ler outro blog e simplesmente sentir vontade de escrever algo. Daí lembrei de Sam Cooke. Que ouvi no carro ao longo das viagens de carro que fiz pela cidade.

Para quem não viu, o clipe da Formidável:
_[ ]_


Terça-feira, Maio 26, 2009
10:07
Engraçado que agora de manhã, tendo uma conversa com Papá, foi uma sequência de rememorações do sonho dessa noite. E foi mais curioso porque ontem mal falei com ela e tava curioso pra saber como tinha sido o dia e como ela estava. Daí, através das notícias, fui lembrando dos sonhos.

[essa semana é aniversário dos amigos Martin e Thomaz, Papá está ajudando Juana nas compras dos eventos]

- Apartamento estranho. Eu, ela e os Pittys (que é meio a galera dela em Sampa). Foi meio encontrão pra tomar uma e comer gororobas, mas o clima estava divertido, lembr que eu e dona Priscila fizemos um sanduíche de presunto enquanto Papá saíra pra comprar mais cerveja com Juana, acho. A geladeira estava entupida de coisas... enfim. Passava algo na TV.

[ontem vi uma palestra sobre a Origem do Riso e em algum momento mostraram umas bruxas e a relação de figuras maldosas com gargalhadas... enfim... daí apareceu um cartaz de A Bruxa de Blair. E Papá lembrou da monografia, que entregamos há um ano e até hoje não deram notícias da UFBA]

- Refilmagem de parte do filme citado acima. Sem motivos, simplesmente eu estava lá, acompanhando os diretores Ed Sanchez e Dan Myrick, revendo os atores, eles arrumando a locação (um matagal beira de estrada). Num momento de relaxamento numa sala, olhava pros atores e pensava: "acho que eles estão mais velhos, como vão fazer com a continuidade?". E num outro momento o cara que fez Josh (no sonho não tinha muita semelhança com a vida real não) mostrava imagens do carnaval de Salvador, falei que era de lá.

- Escrevendo isso acima lembrei de outr trecho, dessa vez na GPW. Fui parar lá de bobeira (e sei lá, tive a impressão de que estava encarnado no corpo de Epilef). Algumas pessoas "conhecidas" - somente no contexto "Sonho". Em algum momento falei pra alguém como o lugar estava mudado (de fato era mais um escritório do que uma locadora) e falei que antigamente era mais pra The Office do que pra Wall Street ou algo do gênero. E ach que misturou um pouco com campanha eleitoral, pois encontrava pessoas pra sair pra fumar um cigarro. Talvez tudo isso tenha relação com eu estar prestes a pegar dois trabalhos... daí eu sonho com antigos trabalhos. Enfim. E teve uma estranha ligação com a formatura de alguém. Pois nos fundos do lugar tinham umas fotos de antigos funcionários, tentei achar a que eu me encontrava... e do nada tinha uma turma vestido para formatura. E uma das pessoas era uma menina que estudara comigo. Taíse. Dei os parabéns pela faculdade e tal. Ah, e também fiquei sem sapatos por algum tempo. Nisso eu não vi o sentido! hehehehe

(...)

É isso. Salvador, trabalhando mais do que esperava. Pelo menos conseguirei voltar para São Paulo menos negativo do que estou! _[ ]_


Sábado, Maio 16, 2009
06:31
Já em Salvador, de volta, mas sem muito tempo para escrever - como Papá o fez - sobre cheiros e sensações curiosas no retorno à casa. Pra mim está ainda mais doido porque fiquei em casa menos de 12 horas antes de vir pro meio da cidade, dormindo no sensacional apartamento de Luna, Nandoca e Marina na Barra e indo ser assistente de câmera no curta-metragem Náufragos, de meus queridos amigos Theuba e Gabinha, no Canela. Começou ontem, na real, está puxado mas divertido e servindo muito como experiência. Claro que é meio torturante estar trabalhando com a mesma câmera que em teoria seria a minha, ver como ela é foda, fácil de usar, fácil de descarregar material (todo dia deve rolar sessão de "dailies" aqui, deixando o dia mais longo - sem problemas)... enfim, é foda. Mas diz o senhor Fábio da Genlock (RJ) que a burocracia está engarguelando ele e que seu maior desejo é eu ter essa câmera em mãos o quanto antes... antes de um ano, pelo visto.

É isso, por enquanto. _[ ]_


Quarta-feira, Maio 13, 2009
08:18
Dentre os sonhos de hoje teve o de reencontro no Condomínio Tahiti. Estávamos lá, com nossa idade atual, eu, amigos, figuras que nem lembrava quem eram, outras que conhecia menos. Mas me pareceu que muitos dos que andava bastante 15-20 anos atrás não estavam por lá. Fantasiei refazer algumas das festas de nossa época e pretendia fazer logo, pois era um feriado e já estava acabando. E foi curioso, estava mais ocmo um distante observador do que como um participante efetivo do reencontro. Talvez porque fosse reunião dos mais velhos e não da minha turma. Mas Me recodo bem de Daniel e como conversávamos sobre a estranheza em ser amigos aos 10 anos e agora, 19 anos depois.

Outro capítulo da noite foi a Gincana numa casa antiga, que lembrava a minha faculdade, na real (que fica num antigo convento de freiras na Lapa). Estávamos eu e mais um grupo de pessoas - que não faço a mínima idéia de quem eram - num quarto e tínhamos de sair de lá. Acho que fui eu quem descobriu que era através de um armário. Nos corredores do lugar, encontramos os outros grupos mas tudo de repente mudou pra uma espécie de festa rave que acontecia nos jardins do lugar. Isso talvez tenha a ver com Labirinto do Fauno, filme que assistia quando adormeci.

(...)

Viajo hoje. Pegarei um táxi às 17 hs e devo chegar na casa de meus pais (estranho falar assim) lá pelas 3 da manhã. É o preço que se paga por comprar passagem usando poucas milhagens. Tou até convertendo uns filmes para MP4 para jogar no ipod e ver se consigo assistí-los na escala de 2 horas em Vitória-ES. Provavelmente escreverei de lá.

Câmbio desligo. Sem câmera, sem dinheiro... sem saber o que será o mês que vem. _[ ]_


Segunda-feira, Maio 11, 2009
08:45
tive sonhos-ficção hoje. daqueles no qual ou sou um ponto de vista extra-físico ou subjetivo de algum personagem. foram três histórias, acho. um era um casal que estava indo se casar e o noivo estava passando mal numa carroça. atravessavam um estado inteiro de moto e carroça. na real acho que era uma matéria jornalística sobre isso. tinha uma câmera minidv junto com o noivo efermo, provavelmente pra filmar o casório.

na sequência, aí já como participante, estava com uma mãe e uma filha num ônibus, em Salvador (apesar de que não parecia Salvador). Estávamos para descer num ponto para pegar outro transporte de volta e conversávamos sobre preconceito, racismo, medo de transeuntes e como isso enganava as vezes.

por fim (na minha lembrança, na real), a mais interessante. dois pirralhos numa piscina ou lagoa e algo sobrenatural acontece, machucando um que era gordinho e matando um outro (fazendo um buraco na barriga). eles são encontrados numbanco e mesa madeira numa área florestal. claro que incriminam o moleque, que chora, está com o rosto dolorido. só que não lembro muito do final. ele conseguia dar um escalde na galera, algo a ver com preconceito (parece que foi um tema, vai).

teve algo com enchentes também, mas aí é fácil identificar a origem, que são as chuvas no norte-nordeste.

e também tive vários sonhos nos últimos dias, com locações que acho que já sonhei antes (mega hotel praiano foi um deles), mas... enfim. tudo já meio que apagou da lembrança.

(...)

ainda resta um pouco de torcicolo. e tou vivendo uma vida de moleque. quinta e sexta de noite saí para voltar pra casa 6-7 da manhã. tenho muita saúde sobrando pra isso não. quarta viajo pra Salvador. é isso.. _[ ]_


Quinta-feira, Maio 07, 2009
19:04
minhas pernas não param de tremer quando estou no computador. é meio fácil descobrir o por quê... tem a ver com a tal da câmera que não chega, tem a ver com dinheiro, tem a ver com o organismo pedindo nicotina (4 cigarros desde domingo!), tem a ver com o momento da vida com tudo meio em suspenso... mas esse balançar me irrita.

Eu parei de citar os filmes que vi, não é? Se não me engano isso começou com o início do "É Tudo Verdade". Vi muita coisa por lá e emendou com Porto Alegre (onde só fiz rever Watchmen com Luna). Eu assisti alguma coisa no meu hiato até ir pro Rio de Janeiro? E no Rio? Além do 3D de Monstros e Alienígenas, que achei um absurd de tecnologia, parecia uma criança no cinema? Ah, vi Os Desafinados (melhor do que esperava), Ghost World (Steve Buscemi rules) e revi parte de Amadeus, revi Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes (perdeu um pouco do impacto, acho) e Toy Story 2 em pedaços. Algo mais?

Voltei e tenho tirado atraso de House com Papá. Fora isso houve o torcicolo que me deixou imóvel na segunda-feira e me deixou viciado em Dorflex e Gelol spray desde então. Ainda tem um resquício de dor aqui. E ainda penso como vou levar tanta coisa pra Salvador (penso que será necessário o Imac). Ainda mais se a câmera chegar antes deu ir. Precisava usar ela no curta... ainda bem que vão me pagar um trabalho antigo amanhã. E que Julho-Agosto trará um trabalho decente. Capaz de no meio do segundo semestre eu estar rico de novo. Mas vai ter apartamento novo na jogada. Mais gastos. A vida é assim. Dormirei num colchão. Só preciso disso. E de fogão. Panelas. E outras coisas mais.

Ah, meio que coloquei meu site oficial no ar, mesmo incompleto. Nome e sobrenome ponto com. _[ ]_


Segunda-feira, Maio 04, 2009
07:16
Fui na Virada Cultural aqui em SP e não imaginava que teria energia suficiente para o que acabei fazendo. Saí às 8 da noite de sábado. Cheguei às 7 da noite de domingo. Shows inteiros?

- Geraldo Azevedo (saudade de quando ouvia-o diariamente);
- Wando (engraçado e deu pra curtir);
- Reginaldo Rossi (segundo melhor show da noite, rolou até Creedance);
- Beto Barbosa (fiasco, esperava algo saudosista e fui brindado com uma versão "banda ruim que toca em interior da Bahia no São João");
- Matanza (ok, não é pra mim);
- Velhas Virgens tocando Raul (foda! mesmo que o álbum do baiano que eles tenham tocado, "Abre-te Sésamo", não tivesse nenhuma música muito conhecida por este que escreve);
- Odair José (bacaninha, o sacana tá com uma pegada rock clássico, olha só que coisa);
- Zeca Baleiro (positivo);
- Novos Baianos (apesar da ausência dolorosa de Moraes Moreira e da música "Brasil Pandeiro", foi o melhor show e que fechou o dia).

E passagem por alguns palcos e resquícios de outros shows - como o último, com uma banda tocando Frank Zappa acompanhada de uma cítara, que não aguentei duas música por causa do estado letárgico em que me encontrava.

Fiquei sóbrio e levemente bêbado umas 4 vezes. Tive ao todo umas 15-20 companhias ao longo do dia, sendo que apenas 3 são amigos de longa data - e todo mundo tava no clima e se divertiu pra caralho. Fico feliz por ter mudado para Malboro Light, assim foi possível manter o organismo de boa nesse tempo. Consegui fazer uns lanches esporádicos e o consumo de água foi meio que decisivo pra que a cerveja não me derrubasse. Até vitamina de banana eu tomei às 7 da manhã em alguma padaria.

Havia muito tempo que não fazia uma aventura dessas e o resultado está no meu corpo. Pernas dóem (não tanto quanto ontem), lado direito do pescoço destruído. Preciso de um gelol urgente! Mas confesso que achava que acordaria bem pior. É que a dormida foi boa. Apaguei às 20:30, acordei 10 horas depois.

E no final das contas é um evento sensacional, mesmo que não dê para conferir nem 10% das atrações, que vão de shows até sessões de filmes de zumbi. Não vi uma briga, presenciei apenas uma tentativa de assalto e/ou agressão e duas ou três pessoas (tudo molecada) que passou mal por causa de bebida. Ou seja, é um carnaval alternativo muito do bem!

Que venha o ano que vem. _[ ]_


Sexta-feira, Maio 01, 2009
09:49
SONHO

- Na TV era exibido o carnaval de Salvador. Pelo visto estava rolando uma nova mania, que chamaria de homem-bomba. O vocalista pulou do trio-elétrico até o chão (saindo ileso e ainda cantando) e os foliões se jogavam no chão, como se o cantor fosse uma bomba. Uau hein?

- Era aniversário de alguém, num apartamento estranho. Mas de repente virou uma mistura tão grande de referências - tinha Juana e Thomaz; gente ligando pra lá procurando Fernando, um cara que trabalhou comigo na Berimbau; do nada aquilo era um escritório... um apartamamento na verdade. Esse lance do aniversário foi de uma hora pra outra que começou a chegar muita gente. Eu inclusive fiquei de retornar uma ligação mas apagaram as luzes e acenderam as velas do bolo (eu estava meio longe, acho que nem conhecia a pessoa), eu tirei o telefone da tomada. Thomaz dançava ali perto. Na sequência do parabéns e/ou homenagens, as pessoas assistiram o documentário indígena que editei aqui no RJ com Peu. Eu não estava vendo, apenas escutando d elonge a piada do urso que tem no final. No momento da exibição eu observava uma obra de desmatamento num terreno vizinho ao do prédio onde estávamos. Eu gostei da edição de som que meu subconsciente fez, com muitos graves ao cair dos troncos e o chacoalhar das folhas.

- Fui num supermercado na sequência (ou antes?), desses de rua (a referencia era avizinhança aqui no Flamengo). Em algum momento precisava descer umas escadas mas não tinha rolante. Então tive que pegar tudo pelos sacos e era coisa pra caralho. Tinha algum tiozinho que ou me vendeu algo ou me ajudou, pra quem dei um punhado de moedas, o que o deixou super feliz.

(...)

Acho que foi isso. Tinha tempo que não escrevia sonhos aqui. Aliás, não escrevia sonhos "at all". _[ ]_